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01/02/12
Portugal pior seca desde 2004
Os dados do observatório de secas do Instituto de Meteorologia são claros: no final de Janeiro de 2012, 11% do território nacional encontrava-se em situação de seca severa, 76% em seca moderada e 13% em situação de seca fraca.
Sem deixar margem para dúvidas, o presente ano hidrológico – altura do ano entre Outubro e Janeiro em que se prevê ocorrência de precipitação – já faz parte da lista dos piores da última década. Só não supera a situação de seca extrema de 2004/2005 porque, apesar de tudo, o passado mês de Novembro foi significativamente chuvoso.
A confirmar tal cenário, os valores da precipitação registados neste primeiro mês do ano são muito inferiores aos valores normais para o mês de Janeiro, chegando mesmo a ser comparáveis com o geralmente previsto para os meses de Verão.
Para os próximos dias o cenário mantém-se, com a pequena excepção do dia 1 de Fevereiro, em que poderá ocorrer alguma chuva fraca. O mesmo panorama de seca estende-se ao resto do mês, com tendência para o agravamento da situação.
De acordo com o Instituto de Meteorologia, na origem desta severa seca está a localização invulgar do anticiclone dos Açores, que se estende por todo o território continental impedindo que o país seja influenciado pelas frentes normalmente responsáveis pelos dias chuvosos de Inverno.
Jornal Sol 01022012
08/12/11
27/06/11
Pinguins
O meu animal preferido...
Texto retirado de:
naturlink
Um trabalho de investigação levado a cabo por cientistas americanos sugere que não é por falta de visibilidade para capturar as presas que os pinquins-imperador e de Adélie não caçam à noite, mas sim porque não conseguirem detectar a aproximação de predadores como as focas-leopardo e, provavelmente, as orcas.
A alteração do comportamento da espécie-presa em função do modo como actuam os seus predadores é um fenómeno comum, e num estudo recentemente publicado na revista Polar Biology, dois investigadores americanos sugerem é o que está na origem da actividade de alimentação exclusivamente diurna dos pinguins-imperador e de Adélie.
Com efeito, ao contrário do que se pensava, os autores do estudo defendem que não é uma falta de visão nocturna que dificulta a captura das presas o que impede as duas espécies de pinguim de caçar à noite, mas sim o medo associado à incapacidade de detectar a tempo a aproximação dos predadores.
Para chegar a esta conclusão os investigadores analisaram 22 mil episódios de caça de pinguim de Adélie que foram equipados com transmissores. Os resultados revelaram que a maioria dos animais caçam a 50-100m abaixo da superfície onde a luminosidade é baixa, sendo que alguns se deslocam a profundidades que podem atingir os 500m como acontece com os pinguins-imperador, onde reina o escuro.
Os autores defendem então que o que faz os pinguins caçarem apenas durante apenas o dia, apesar de as suas presas serem mais vulneráveis à noite é o medo dos predadores.
Este medo, segundo os investigadores, seria a também razão pela qual os animais se mantêm fora da água à noite, ainda que isso implique maiores gastos energéticos para cobrir em terra a distância que os separa dos locais onde pernoitam, e ainda porque migram para regiões mais distantes e menos produtivas do ponto de vista alimentar, viagem que 20-30% dos juvenis nunca chegam a completar.
Texto retirado de:
naturlink
07/06/11
Maneter i Sotra
Kopiert fra ©bt 7.5.2011 - http://www.bt.no/nyheter/lokalt/Invadert-av-maneter-2515457.html
Invadert av maneter- BT 06.06.2011
Kopiert fra ©bt 7.5.2011 - http://www.bt.no/nyheter/lokalt/Invadert-av-maneter-2515457.html
Kopiert fra ©bt 7.5.2011 - http://www.bt.no/nyheter/lokalt/Invadert-av-maneter-2515457.html
Da brødrene Rene og Richard Ulevik Larsen tok sjøveien ut til hytten fredag, passerte de Gamle Bildøy bro på Sotra utenfor Bergen. Der fikk de se noe de aldri hadde sett før. - Det var sikkert opp mot 100.000 maneter på et lite område, det var et helt utrolig syn, sier Rene.Brødrene forteller at de har besøkt hytten jevnlig de siste 20 årene, og aldri sett noe lignende.
24/11/10
O declínio dos cavalos marinhos ... Seahorses in Algarve
"A ria Formosa, no Algarve, era em 2002 o local do mundo com maior densidade da espécie, com uma população estimada de dois milhões de indivíduos. Seis anos depois, já só havia 300 mil cavalos-marinhos. Um projecto premiado pelo Oceanário vai estudar o problema e propor soluções
Caldwell começou por fazer a observação das populações de Hippocampus guttulatus nos mesmos locais estudados por Janelle. Miguel Correia, um jovem biólogo do grupo de Biologia Pesqueira e Hidroecologia do Centro de Ciências do Mar da Universidade do Algarve, começou a trabalhar com ele. Só que, desta vez, as notícias eram alarmantes: os dados recolhidos indicavam que as populações da espécie tinham sofrido um declínio de 85%. Em seis anos, um curtíssimo período de tempo, os cavalos-marinhos passaram de dois milhões para cerca de 300 mil na ria Formosa. Que se passava? Ninguém sabia responder.
"Era preciso estudar a questão", diz José Pedro Andrade, que coordena o Grupo de Biologia Pesqueira e Hidroecologia. "Miguel Correia conseguiu uma bolsa de doutoramento para estudar a ecologia, distribuição e abundância de cavalos-marinhos na ria, e um outro investigador, Jorge Palma, iniciou uma linha de trabalho para a sua reprodução em cativeiro".
Foi só o ponto de partida. Delinear um projecto de investigação para estudar o problema era o caminho certo, e foi isso que equipa fez. Esse projecto, "Cavalos-marinhos em risco na ria Formosa?", foi agora um dos vencedores do InAqua, um fundo criado pelo Ocenário de Lisboa e o National Geographic Channel para apoiar este tipo de investigações, em que a conservação é pedra de toque ."
Diário de Notícias - Cavalos Marinhos 21 Nov 2010
23/09/10
Antárctica
Hoje, e ao contrário do que geralmente faco, quero fazer propaganda a um local onde não ir... Um pouco egoísta se pensarmos que grande maioria dos biólogos marinhos desejam visitar a Antárctica, mas sem dúvida que eu desejo que este local não se torne turístico de forma alguma...
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